Palmas - TO domingo, 16 de dezembro de 2018

Líderes indicam nomes para compor CPI que investigará rombo no PreviPalmas

Na Câmara de Palmas

09/08/2018 17h45 - Atualizado em 09/08/2018 18h53
Foto: divulgação

Os líderes do blocos partidários indicaram nesta quinta-feira, 09, durante sessão solene na Câmara Municipal de Palmas os nomes dos vereadores que irão compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará as supostas irregularidades na aplicação de recursos do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Palmas (PreviPalmas).

Os indicados foram os vereadores: Vandim do Povo (PSDC), Gerson Alves (PSL), Léo Barbosa (SD), Marilon Barbosa PSDC) e Júnior Geo (PROS).

De acordo com o vereador Milton Neris (PP), o próximo passo dos membros é se reunir e fazer a eleição para escolha do presidente, vice-presidente. Depois disso, cabe  ao presidente indicar quem vai ser o  relator da Comissão para iniciar as investigações e apuração dos fatos.

Entenda

Após assumir a presidência da Câmara interinamente, na terça-feira, 07, o vereador Léo Barbosa (SD) deu abertura a instalação da CPI do PreviPalmas para investigar aplicações suspeitas de irregularidades.

O pedido da CPI foi feita pelo vereador Júnior Geo em abril do ano passado, mas mesmo com assinaturas suficientes para a instalação nenhuma posição foi tomada por parte do presidente José do Lago Folha Filho (PSD).

No entanto, nesta quinta-feira, 09, Folha disse que não irá obstruir a CPI e que irá apoiar as investigações.

Júnior Geo quer que a casa investigue as aplicações de cerca de R$ 60 milhões realizadas pelo PreviPalmas de maneira irregular. O Fundo Cais Mauá recebeu investimento de R$ 30 milhões do instituto no fim de 2017. Já o fundo de multicrédito chamado Tercon recebeu R$ 20 milhões.

Além desses, ainda há um terceiro investimento realizado no fundo CX Fic Capital Protegido do Brasil no valor de R$ 8.292.722,45 (oito milhões duzentos e noventa e dois mil setecentos e vinte dois reais e quarenta e cinco centavos) que também está sob suspeita de irregularidades o que totaliza um prejuízo de quase R$ 60 milhões, caso as suspeitas de irregularidades sejam comprovadas.


 

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