Palmas - TO terça, 21 de agosto de 2018

Márlon Reis solicita do presidente do TRE ação rigorosa contra Fake News

Eleições

16/05/2018 10h22 - Atualizado em 16/05/2018 15h38
Foto: Divulgação

Na busca pelo combate às noticias falsas, as chamadas Fake News, na eleição suplementar de 3 de junho, o candidato ao Governo do Tocantins, ex-juiz e criador da Lei da Ficha Limpa, Márlon Reis, reuniu-se com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Marco Villas Boas, na manhã desta quarta-feira (16). Márlon Reis entregou um ofício ao presidente do TRE solicitando o máximo rigor no combate a quem cria e a quem dissemina Fake News contra candidatos nesta eleição e propôs a criação de um comitê na corte para analisar crimes cometidos pela divulgação de notícias falsas contra candidatos.

“Essa é a prática de quem não quer avançar no processo democrático. De quem ainda joga usando dos artifícios mais baixos para ludibriar o eleitor. A mudança que propomos começa também no processo eleitoral, exigindo respeito aos candidatos e suas famílias. Exigindo que haja uma eleição limpa, sem ataques. A população está cansada dessa prática da velha política nas eleições e quer mudar”, afirmou.

Márlon Reis vem sendo vítima de inúmeros ataques de campanhas adversárias, que vêm divulgando reportagens mentirosas contra ele. “Definitivamente isso tem que acabar. Usar de mentiras para atacar um adversário é um jogo sujo que a população não quer mais ver na eleição. Por isso estamos lançando a campanha limpa. Para cada ataque que fizerem contra nós, responderemos com uma proposta. É esse o novo jeito de fazer política. Não vamos entrar no jogo sujo, estamos fazendo uma campanha do bem, uma campanha limpa”, reforçou Márlon Reis.

O presidente do TRE, Marco Villas Boas, recebeu às solicitações e disse que o Tribunal atuará para manter a legalidade das ações eleitorais.

Márlon Reis também deve se reunir com a presidente do Sindicato dos Jornalistas do Tocantins (Sindjor), Alessandra Bacelar, para também solicitar a atuação da instituição na orientação e na conscientização dos meios de imprensa na divulgação de notícias sobre os candidatos. “Nessa hora, a atenção dos jornalistas deve ser redobrada, tudo porque existe um exército de pessoas plantando notícias falsas contra os candidatos e isso é crime e deve ser punido com o rigor da Lei”, pontuou.

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